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Introdução

Com os avanços da tecnologia e da internet, o cotidiano da sociedade passou a ter uma presença maior de fatores digitais, seja por smartphone, televisão, computadores etc.

Por conta disso, até mesmo fatores que por décadas foram efetuados de uma maneira mais tradicional, passaram a utilizar de meios digitais para sua execução. Um exemplo disso são os bancos: instituições financeiras que facilitam transações e emissões de dinheiro, utilizando o dinheiro depositado por seus clientes para efetuar empréstimos a outros cobrando juros, fazendo com que ocorra a circulação do dinheiro.

 Entretanto, todo país possui como controlador destes bancos, seu Banco Central, além de ter sua moeda predominante, como o dólar e o euro, por exemplo. Uma inovação, segundo o site “Bitcoin.org”, foi relatada pela primeira vez por Wei Dai em 1998. Esta utilizaria a criptografia para mudar o controle de emissões e transações, por meio de um novo tipo de dinheiro, fazendo com que não fosse necessário um terceiro para a realização destas. Este tipo de moeda seria a criptomoeda.

O que é a Criptomoeda ?

 A criptomoeda é uma moeda totalmente digital que não precisa de terceiros, como o banco ou até mesmo o governo, para o controle de transações e emissões, fazendo com que seja possível efetuar pagamentos de qualquer lugar.

Assim sendo, esse tipo de moeda utiliza da criptografia, ou seja, de códigos complexos a fim de oferecer proteção e segurança de dados, visto que são registradas em um banco de dados público, chamado blockchain. Este, nada mais é que um enorme registro de transações na internet. Além disso, a compra, venda e cotação desta moeda ocorre de forma anônima.

Mineração de dados

 Para obter a criptomoeda, é necessário passar pela mineração, que consiste no registro das transações no blockchain. A mineração de dados é feita por pessoas, chamadas de “mineradores”, que disponibilizam os processadores de seus computadores, para que as transações sejam registradas e suas operações conferidas. Ou seja, minerar significa criar unidades de tipos diversos de moedas.

Tipos e principais criptomoedas

Atualmente existem milhares de criptomoedas em circulação no mercado e seus tipos variam a partir de diferentes propósitos. Dentre elas, de acordo com o site “Estadão”, as três principais criptomoedas são o Bitcoin, Ethereum e Litecoin.

O Bitcoin foi a primeira criptomoeda a ser desenvolvida e atualmente é a mais conhecida e negociada do mundo. Diante disso, está ativa desde 2009 com o propósito de ser uma moeda de circulação paralela que tivesse seu valor definido pelos próprios usuários.

Ethereum foi criada em 2015 e é considerada a segunda maior moeda digital em todo o mundo. O objetivo de sua criação foi ser um ativo no mercado financeiro e a negociação pode ser feita pela própria plataforma Ether.

Já a Litecoin foi lançada em 2011 e seu diferencial é ser mais rápida que as outras, ou seja, reduz o tempo gasto na confirmação de transações realizadas com a moeda.

Maneiras de investir em criptomoedas

Existem algumas maneiras de fazer um investimento nas criptomoedas. Algumas delas mais indicadas para quem está iniciando, e outras para investidores com mais experiência. Por isso, cabe uma análise de cada caso e do próprio perfil antes da tomada de decisão.

Nesse sentido, um exemplo são os fundos de criptomoedas, indicados para quem não se sente seguro em fazer o investimento sozinho, visto que haverá um gestor especializado acompanhando o processo.

Outra forma são as corretoras especializadas, no Brasil chamadas de exchanges, que oferecem o serviço de alocar o dinheiro no investimento mais vantajoso.

Além disso, também é possível investir por meio do fundo de investimento negociado na bolsa de valores como ação. Esse método é chamado de ETFs (Exchange Traded Funds).

Dicas iniciais de investimento

Para aqueles que pretendem iniciar seus investimentos nas criptomoedas é importante, acima de tudo, obter informações e conhecimento sobre esse mercado. Isso porque é um mercado muito volátil, ou seja, as ações podem oscilar muito em um curto período de tempo.

Além disso, é importante compreender que o que torna uma criptomoeda mais valorizada do que outra é a aposta e o interesse das pessoas na compra, respeitando os princípios de oferta e demanda. No caso das Bitcoins, existe um limite de 21 milhões de unidades, tornando essa moeda um bem limitado e consequentemente mais valioso.

Outra informação que ajuda na hora de decidir em qual moeda investir é o whitepaper, um documento que contém alguns dados como o propósito do projeto e especificações técnicas, por exemplo. Tendo essas informações fica mais fácil de evitar fraudes e golpes.

Em suma, é indispensável ter cautela na decisão e refletir se esse investimento se adequa aos objetivos pessoais. Pesquisar, trocar experiências e sanar todas as dúvidas são caminhos facilitadores para fazer uma escolha mais assertiva.

Criptomoedas e as NFTs

 Um dos principais investimentos feitos com a criptomoeda ocorre com as chamadas NFTs. NFT é a sigla dada ao termo non-fungible token, ou no português, token não fungível. Assim como as criptomoedas, esses tokens são bens materiais virtuais, porém, em contrapartida não possuem um câmbio direto. O NFT é uma forma de provar posse sobre um ativo digital ou um ativo do mundo real representado por um token, se tornando um elemento exclusivo e único no blockchain.

De acordo com a revista Forbes, no ano de 2021, foi movimentado pouco mais de R$128,1 bilhões (cento e vinte oito bilhões e cem milhões de reais) com as NFTs. Esses tokens vêm se popularizando e ganhando espaço no mundo dos investimentos. Para mais detalhes sobre as NFTs acesse o conteúdo no nosso blog: https://jrmack.com.br/o-que-sao-as-NFTs-e-por-que-elas-vem-ganhando-destaque/.

Conclusão

 Em suma, pode-se concluir que as criptomoedas são de fato o futuro das próximas gerações. É uma forma mais objetiva de se investir e mais segura, visto que utiliza a criptografia para sua proteção de dados.

Porém, é importante que haja um conhecimento prévio sobre a moeda, pois ela costuma possuir uma grande oscilação em seu mercado. Além disso, o maior investimento de criptomoedas ocorre com as chamadas NFTs, que consistem em bens materiais virtuais exclusivos.

Feito por: Luiza Campos e Marina Landim


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